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Curso de Rapadura, Melado e Açúcar Mascavo |
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Rapadura, rapadurinha, melado e açúcar mascavo são obtidos a partir do caldo de cana recém-extraído e que se coloca em grandes tachos para ferver, de modo que aconteça a remoção da água pelo processo de evaporação.
Esses produtos são fabricados há séculos no Brasil. Podem ser elaborados com a adição de outros ingredientes, tais como o amendoim e doce de algumas frutas, ao final da bateção da massa – antes de enformar. A rapadurinha é um produto alternativo para consumidores que querem experimentar o produto e não desejam comprar uma grande quantidade. Ou ainda para atender programas de alimentação institucional, como a merenda escolar em algumas regiões do País. Previsão de início do curso para o mês de Junho. Faça sua reserva. |
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Biocana apóia encontro das profissionais do setor sucroenergético |
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 Em 22 de março, em Ribeirão Preto, SP, acontece o congresso Cana, substantivo feminino – o setor sucroenergético na visão das mulheres. Este primeiro encontro nacional das mulheres profissionais da agroindústria canavieira é organizado pela Paiva & Baldin Editora e conta com o apoio e patrocínio de empresas e entidades do setor, entre elas a Biocana – Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Energia.
A jornalista Luciana Paiva, diretora da Paiva & Baldin Editora, salienta que segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) a cadeia da agroindústria canavieira gera aproximadamente 4,5 milhões de empregos diretos e indiretos. O Relatório de Sustentabilidade da Unica aponta que uma usina padrão tem, em média, 403 cargos, que vai desde trabalhos manuais até funções altamente qualificadas. No entanto, as mulheres ocupam uma pequena extensão nesse universo canavieiro, dados apresentados no Relatório mostram que a presença feminina na área agrícola é de 8% e no setor industrial somado ao administrativo a participação é de 11%. |
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A Indicação Geográfica na Cachaça |
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 Tudo começou com uma grande ameaça: a produção do novo mundo do vinho, em maior escala, que começava a competir com a produção artesanal francesa. A fim de proteger seu legado e o valor de sua produção, a França estabeleceu as primeiras “Denominações de Origem Controladas” (A.O.C, em Francês). Estas “DOC” delimitavam que o vinho de determinadas regiões (Bordeaux, Pessác-Leognan, Champagne, etc) precisava seguir algumas regras e, claro, ser produzido apenas ali para levar o título (vinho de Bordeaux, vinho espumante de Champagne, etc). Foi isto também que fez a Tequila: ou seja, para ser chamado de “Tequila”, a aguardente mexicana precisa ser produzida na região com mesmo nome e seguir algumas normas de qualidade. E na Cachaça, como isso funciona?
No Brasil, temos várias regiões muito famosas. Mas apenas Paraty (R.J) já tem o selo de Indicação Geográfica garantido e já implantado. |
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100 anos de um ícone na Cachaça Brasileira: Anísio Santiago e a Cachaça Havana |
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 No dia 2 de fevereiro deste ano comemora-se o centenário do nascimento de Anísio Santiago, um dos brasileiros mais ilustres da história da Cachaça. Anísio foi responsável pela fabricação e sucesso da cachaça Havana, produzida em Salinas (M.G.), região que hoje talvez deva a ele muito de sua fama. Muita gente já soube que a família havia perdido o direito de utilizar a marca, processada pelo rum Havana Club, e por isto passou um tempo batizando a bebida de “Anísio Santiago”. Ao final do ano passado, no entanto, a cachaça reaveu seu nome de batismo, e voltou a se chamar Havana com todo o direito e propriedade.
A história da preciosa é interessante para entender um pouco mais sobre o espírito da Cachaça brasileira. Eu falo sobre ela com mais detalhes no meu livro (“De Marvada a Bendita”, 125p, Matrix Editora, R$ 24,00), e repito aqui que a Cachaça Havana é um grande ícone do que pode ser a Cachaça de qualidade no Brasil. |
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